Maria Fernanda
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   30.7.04  
Escrevi um longo post sobre o meu repúdio ao Jim Carrey, como aquelas caras e bocas caricaturais que ele faz me irritam profundamente, que eu não assisti ao "Show de Thurman", que o que me vem a mente quando eu penso nele é o filme "Máscara", que ontem eu assisti (com certa relutância) "Brilho Eterno de uma Mente sem lembrança", de como o filme é bom, de como eu ri muito no cinema, de como eu também chorei, que todo mundo já tento esquecer alguém, indaguei sobre como às vezes a gente se esforça para esquecer alguém, se isso é possível ou necessário, que não adianta você fugir muito dos outros, que o Jim Carrey está ótimo no filme, que o papel de tímido caiu como uma luva nele, que eu recomendo o filme a todo mundo... mas o post apagou (não só o post, o computador também apagou.



   26.7.04  
Despertar

Ela levantou, eram 6 da manhã. Enquanto preparava o café ia trocando de roupa. Virou três xícaras de café rapidamente. Abriu toda a cortina. Trancou a porta e desceu as escadas até à rua.


Ele havia esquecido de desligar o despertador. Desde das 7:30 ele tocava de 15 em 15 minutos. Eram 11:15. Ele resolveu desligar o despertador. Olhou em direção da janela. Os vizinhos de frente recebiam amigos. Levantou e foi em direção ao banheiro. Tomou um longo banho. Ao sair do banheiro sua mãe o perguntou se ele iria almoçar.


Ela acordou sem mesmo ter dormido. Ziguezagueando chegou até a cozinha e pediu que a empregada cuidasse do café da manhã das crianças. Foi até a varanda do apartamento ler o jornal. Tomou um suco de laranja e várias torradas com geléia que a empregada trouxe para ela. As crianças assistiam desenho animado na tv concentradamente. Tomou um calmante. Voltou para cama e dormiu por mais de oito horas seguidas.




 
música para ouvir música para ouvir música para ouvir

Cds que eu tenho escutado demasiadamente de cabo a rabo

Tigermilk - Belle and Sebastian
Saiba - Arnaldo Antunes
Ramones Loco Live - Ramones
Vagabundo - Ney Matogrosso e Pedro Luis e a Parede




   24.7.04  
Diariamente:

Assim como eu tenho uma facilidade extrema para chorar, eu também tenho facilidade para rir.
Muitas coisas (quase qualquer coisa) me fazem rir, mas algumas me fazem rir muito.
E risos (e gargalhadas) garantidos é assistir Seinfeld.
Todo dia, as 23:00, na Sony.
(eu não estou ganhando para fazer propaganda, embora eu fosse achar muita mais graça se me pagassem algum... hehehe)



   20.7.04  
Da armadilha da ausência:

Nos faz ter saudades de coisas que nunca tivemos ou sentimos.

(e assim vou eu me contradizendo a cada segundo)



   18.7.04  
Lembranças tangíveis e intangíveis I:

Remexendo minhas caxinhas de correspondências, bilhetinhos e afins encontrei várias coisas que me fizeram rir bastante e lembrar de pessoas e sentimentos que um dia tive e que hoje são memória e me enchem de saudades (saudade boa, saudável).

Na minha época de colégio, e até mesmo na faculdade, não havia essa coisa frenética de computador, celular, internet, e-mail, lista de discussão disso e daquilo, comunidades, blog, fotolog, orkut e todos esses meios de comunicação, rápidos (e fulgás) que existem hoje.

Não dava para mandar uma mensagem para o celular caso se quisesse encontrar com fulana na hora do recreio, ou marcar um cinema, ou combinar de matar aula.
Não havia e-mail para se passar com certa rapidez a matéria que o professor havia ensinado no dia que você faltou.
Aquelas primeiras noites que você saía sozinha com a sua turma para um bar qualquer eram eternizadas em bolachas de chopp ou guardanapos e não por fotos digitais.
E cartões postais eram sempre bem vindos quando alguém se lançava a uma viagem ao exterior.

Vou transcrever um bilhetinho que eu recebi de uma amiga de turma. Eu havia avisado a ela que ia faltar a aula e ela deveria anotar os exercícios que o professor havia dado e entregar a minha irmã (que estudava no mesmo colégio). O que torna engraçado, para mim pelo menos, é que ela não apenas anotava os exercícios como também fazia comentários sobre o que acontecia na aula. Pelas contas, a data é de 1990, acho que eu estávamos na oitava série.

"A teacher de matemática está "um pouco" nervosa porque tava todo mundo conversando. Por isso, agora vou parar de escrever e prestar atenção.

PÁG 88 - seqüência 4 toda
Descobrir os lados homólogos

A professora brigou com o Rogério (para variar) e disse: "A aula é muito importante". E eu concordo e completo dizendo "Você é uma relapsa!"

Pág 89 - C
Na hora que você der de cara com o exercício vai achar complicado, mas é super fácil... Ah! Foi o "capacete amarelo"* que resolveu esse exercício no quadro.

Pág 89 - D
Esse é difícil, se você quiser copia de mim...

Pág. 89 - A e B
Esses dois problemas são fácies...

Pág 89 - C
O Marcelo perturbou tanto que conseguiu ir fazer esse problema no quadro... também é fácil.

A outra página (90) iremos fazer na outra aula... ou seja, não tem dever de casa!

Câmbio e desligo"


* Capacete amarelo era o apelido interno (só nós duas chamávamos ele assim) do menino que eu era apaixonada. Ele tinha o cabelo parafinado e o corte do cabelo se assemelhava a um capacete... Na época isso era bonito, tá?



   17.7.04  
Compartilhando dúvida:

Por que em toda formatura toca Milton Nascimento?



   10.7.04  
E daí?

Eu tenho uma coleção de Tatu.



   8.7.04  
Meu computador anda mal das pernas...

Aproveito o velho e bom dilema que diz "quando o gato sai os ratos fazem a festa" e vou atualizar o blog em pleno horário de trabalho.

...

Mas a dona do blog, EU, também não anda bem das pernas.
Logo, deixo aqui apenas uma poesia da maravilhosa Cecília Meireles.
Nem sei se já postei isso aqui, provavelmente sim, mas vá lá, nunca é demais:

Canção Excêntrica

Ando à procura de espaço
para o desenho da vida.
Em números me embaraço
e perco sempre a medida.
Se penso encontrar a saída
em vez de abrir um compasso,
projeto-me num abraço
e gero uma despedida.


Se volto sobre o meu passo,
é já distância perdida.

Meu coração, coisa de aço,
começa a achar um cansaço
esta procura de espaço
para o desenho da vida.
Já por exausta e descrida
não me animo a um breve traço:
saudosa do que não faço,
do que faço, arrependida.


------

(acabaram de ler alto aqui uma notícia do jornal dizendo que Ipanema vai comemorar a queda da bastilha. Minha supeita estava certa, Ipanema sofre por não ser Paris)



   1.7.04  
Help!