Maria Fernanda
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   28.2.05  
Atitude 100% Sony

Alguém mais na face da terra assisti a série Joan of Arcadia?
Eu não só assisto, como choro em alguns episódios.



   22.2.05  
"Cada rosto, cada loja, janela de quarto de dormir, prédio público, praça escura, é uma ilustração que viramos febrilmente - à procura de quê? Com os livros acontece a mesma coisa. O que buscamos em milhões de páginas? E ainda viramos páginas, cheios de esperança..."

Virginia Woolf. In: O quarto de Jacob.



   16.2.05  
Diretamente do túnel do tempo

Estou desempregada, logo o meu tempo livre é bem grande. E nesse dia a dia à toa eu resolvi arrumar a parte de cima do meu armário. Parte esta que devido ao difícil acesso (você tem que usar uma escada) fica anos e anos intocável. Foi lá que eu desencavei a minha agenda do ano de 1990.

Ano que o Collor tomou posse, que o Cazuza morreu, que Paul Mc Cartney veio ao Rio pela primeira vez, que a Alemanha foi tri campeão da Copa do Mundo. Ano que eu cursei a oitava série, que passei as férias de verão (e todos os finais de semana) na Barra da Tijuca; que vivia na praia pegando onda, jogando conversa fora e pedalando de um lado ao outra da orla; indo ao cinema (vendo cada filme tosco...); freqüentando o Barra Shopping (nossa, deve ter uns 10 anos que eu não piso nesse lugar); indo a milhares de churrascos (aquela coisa praia, sol e carne na churrasqueira) e festas do pessoal do condomínio e dos condomínios vizinhos... aquela vidinha bem vagabunda e sem compromisso de quem tem 14 anos.

No dia 3 de fevereiro, uma sábado, eu escrevia - “Hoje o dia está lindo, o maior sol. Fui à praia e fiquei o dia inteiro pegando onda com a Márcia e a Taís.”

No dia 23 de março eu anotava a matéria pra estudar pra próxima aula de história: “Origens do poder absoluto, as causas do absolutismo, as teorias do absolutismo (sublinhar no livro as idéias principais).”

No dia 14 de abril eu fazia a lista das coisas que eu havia comprado no Barra Shopping: “Um Top Sider, um espojo da Company, uma meia da Pakalolo e um biquíni da Bum Bum.”.

No dia 20 de abril eu ai ao show do Paul Mc Cartney no Maracanã. E gostei tanto que no dia seguinte eu fui novamente.

De meados de abril até meados de maio o colégio ficou em greve e aproveitei pra assistir vários filmes no vídeo. Em 4 de maio eu assistia “Faça a coisa certa” de Spike Lee e comentava: “esse filme é chatão”.
No dia 9 de maio eu assisti 3 vezes seguidas a “Yellow Submarine”, dos Beatles. E no dia seguintes foi a vez de “Imagine”, do John Lennon.

No dia 12 eu escrevia estarrecida: “Meus pais e minha irmã foram ao supermercado e voltaram para casa com 15 latas de sorvetes” (lembram daquelas latas coloridas da Kibon?).

Em 15 de junho, um mês de ter terminado a greve, eu “não estava com saco de ir à aula e fiquei em casa fazendo nada”.

No dia 24 de junho o Brasil perdeu da Argentina e foi desclassificado da Copa.

No dia 2 de julho a turma do colégio fez uma excursão ao Paque Lage para ver a exposição do Van Gogh: “a exposição foi o que menos me interessou...”

No dia 7 de julho Cazuza morreu e eu fiquei em casa o dia inteiro estudando química (que dia horrível, heim?).

No dia 8 de julho Alemanha foi campeã da Copa e a Argentina vice.

No dia 13 de agosto: “Hoje a Ana chegou com uma garrafa de cachaça no colégio. E no intervalo o pessoal ia beber...”

No dia 12 de setembro eu reclamava do calor infernal: “Está um calor filha da puta e ainda tem esses bichinhos de luz pra me irritar mais ainda”.

Na manhã de 14 de setembro eu estudava pra prova do dia: “Acordei e fiquei estudando até a Angélica chegar do colégio, pq ela já chega cantando e não pára mais de falar”. Nesse mesmo dia Angelique me deu o formulário do “Pen Friend” pra completar.

Eu nem sonhava com internet e nunca iria imaginar que me comunicar com pessoas de outros lugares seria tão fácil. Agora estou aqui escrevendo Blog. (mas creio que se eu fosse ao Parque Lage ver a exposição de Van Gogh eu não faria o comentário de 1990).




   12.2.05  
Não sou eu quem me navega
Quem me navega é o mar


Estava com preguiça de postar... de falar sobre a folia de carnaval e tantos fatos um tanto quanto peculiares. Tanta gente na rua, tanta fantasia, tantas cores. O Rio de Janeiro em festa. Foram 3 dias (sexta, sábado e domingo) aproveitando o que se podia (e como se podia).

Segunda, com sol a pino, deixei a folia de lado e fui velejar na Baía da Ilha Grande. Dei uma de Bob Esponja e fui ver qual era da vida no mar. Uma maravilha. Quatro dias de mar, sol, paisagens maravilhosas, gaivotas, peixes dos mais variados tamanhos e cores, estrela do mar, planctos, vento na cara, mergulhos em águas cristalinas, muita braçada, muita remada, acordando e dormindo no barco, o céu estrelado como teto e o mar como chão... um sem fim de coisas...



   6.2.05  
Momo indica:

Se você nunca foi ao Cordão do Bola Preta, que sai no sábado de manhã pelas ruas do centro do Rio, vá!! Vale a pena acordar cedo, vale a pena pegar o metrô entupido e ir com a galera batucando tanto no teto do vagão que você acha que o metrô vai entrar em pane, vale o susto de você achar que não vai encontrar ninguém naquela mar de gente na Cinelândia, vale se desviar de todos os carrinhos que vendem cerveja e chegar ao bloco em si e pertinho da banda do Cordão cantar todas as marchinhas de carnaval e sambas clássicos. Vale a pena.

(E quando o bloco passa pela rua Primeiro de Março e canta: “Pra Primeiro de Março falta um passo pra Ouvidor e no samba faltava esse traço de amor”... é simplesmente emocionante!)