Maria Fernanda
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   30.1.06  
Questão...

O sanduiche (iche, iche) "X TUDO" sem queijo é "TUDO"?



   29.1.06  
Domingo

"Claro, o dia de amanhã cuidará do dia de amanhã e tudo chegará no tempo exato. Mas e o dia de hoje?" (Caio Fernando de Abreu)



   28.1.06  
Eu queria morar num país frio para poder dizer:

- Cara, você viu que nevasca ontem?

ou

- Nossa, me atrasei por causa da nevasca, desculpa gente.

ou

- Essa nevasca...


Eu gosto da palavra nevasca, mas morando aqui no Rio o máximo que eu posso dizer é:

- Aqui nunca vai ter nevasca, né?

(e vai ser sempre fora de contexto... sempre. sou um ser incompreendido.)


 
Coisa boa é para se homenagear:








Poetas do meu Brasil Varonil, como assim nunca ninguém dedicou versos a essa pessoinha... bando de bundão... se eu soubesse escrever dava um olé em vocês e ainda fazia uma graça pra fernandinha.



   27.1.06  
Serviço de Utilidade Pública

Para fugir do calor senegalesco do Rio ande de ônibus do Metrô.
Um inverno siberiano sobre rodas.



   26.1.06  
...

como saber a hora de desistir?
e que palavra é essa que soa sempre como uma derrota?

...



   25.1.06  
"Eu tenho as mãos atadas sem ação
E um coração maior que eu para doar."



   24.1.06  
Atenção!

Preciso de mais concentração, mas tudo me dispersa. Até uma folha caindo da árvore. Até a mancha da parede que a cada dia se transforma em uma nova forma. Não consigo escrever, dizer por mim mesma. Então abuso das citações: poesias, textos, tratados, notícias, romances, jornal, blogs, fotos, pinturas, desenhos, colagens, músicas, músicas e músicas.

(cheguei a pensar em fazer um blog só de citação... um pedacinho aqui.. outro ali... acolá.. e assim seria)

Sempre que entro aqui tem algum texto que se encaixa perfeitamente com o momento que estou vivendo, que eu estou querendo expressar. Ou então é algo que eu concordo tanto tanto que dá vontade de citar. Então vai, hoje entrei aqui e encontrei isso:

"Sim, é pecado o amor quando desperdiçado. Se insistimos em amar quem não merece, estamos desperdiçando o amor. Isso é pecado, quase crime. Pois amor é alimento, e a fome grassa". Olympia Salete Rodrigues



   22.1.06  
"Respeito muito minhas lágrimas,
Mas ainda mais minha risada.."



   19.1.06  


cores




cortes




colas




coisas




update: ela entrou aqui não comentou e reclamou que eu não coloquei os créditos das fotos. bem, as fotos são dela: Luiza Porto. não só a foto, mais a casa, os papéis, a tesoura, a garafinha d'água e tudo mais... ah, um dos maços de cigarro é meu!!!! só isso, porque até o short que eu estou usnado é dela. (mais crédito do que isso impossível... hehehehe)


 
"Pretendo também me embrenhar
No emaranhado desses seus cabelos..."



   18.1.06  
"(...) o dinheiro fácil. Prosperou a idéia de que a lei é o maior obstáculo para a felicidade, que aprender a ler e a escrever não serve para nada, que se vive melhor e com mais segurança como deliquente do que como pessoa de bem. Em síntese: o estado de perversão social próprio de toda guerra incipiente e intermitente.

(...) enquanto o país* não tivesse um sistema de justiça eficiente seria quase impossível articular uma política de paz que colocasse o Estado ao lado dos bons e deixasse do lado dos maus os deliquentes de qualquer coloração. Mas nada era simples naqueles dias, e muito menos era fácil educar as crianças e ensinar-lhes a diferença entre o bem e o mal.

(...) é provável que o mais peculiar dessa situação fosse a assombrosa capacidade do pessoal desta cidade* para se acostumar com tudo, o bom e o mau, demostrando um poder de recuperação que talvez seja a fórumla mais cruel da temecidade. A maior parte das pessoas não parecia ter consciência de viver numa cidade que sempre foi a mais bela, a mais ativa, a mais hospitaleira do país, e que naqueles anos se tornara uma das mais perigosas do mundo."


*Não, não é o Brasil. Não, não é o Rio de Janeiro.
É Colômbia. É Medellín.
Qualquer semelhança com o Rio de Janeiro seria mera coincidência?
Para onde estamos indo?


trechos retirados do livro Notícias de um Sequestro, de Gabriel Garcia Márquez.



   17.1.06  
"Eu quero me esconder debaixo
Dessa sua saia prá fugir do mundo..."



   16.1.06  
O Caso do Bumba Meu Boi
(por Ana Pega Pegs e Nandovsk)


Então... a brincadeira consistia no seguinte: a gente pegava uma carta do jogo Imagem e Ação, escolhiamos uma palavra e tínhamos que fazer um texto com elas. Deu nisso, nesse texto surrealista. Eu também tenho o meu Carol!!!

Era uma vez um caixote no qual a marinheiro chamado Geraldão marcava a ferro o nome de sua turma. Um dia o oráculo lhe falou: “a sua turma deve se chamar Tio Patinhas”.
Logo que acordou o marinheiro avistou o seu vizinho que era muito bonito, porém burro, praticamente uma mula, chamado Miéle. Ele trabalhava na Prefeitura e secretamente escondia um trabuco em sua sala. Os outros funcionários, que eram escrivãs, colocaram uma isca para descobrir seu segredo, uma pequena imagem do “Bumba Meu Boi” no alçapão de sua sala.
Vendo aquela imagem, Miele, sentiu câimbras, o que lhe despertou desconfiança. Ele percebeu que seu chimarrão estava fora do lugar. Achou que era coisa de reencarnação. Então, deu uma de Inspetor Clouseau, e tal como um detetive pegou sua garrafa térmica, sua chave inglesa e num golpe de samurai jogou fora aquela imagem arrepiante.
Miéle se achando esperto pensou: “eu não dou ponto sem nó” e ligou o bujão de gás, colocou o escafandro do seu vizinho marinheiro e pediu sua aposentadoria antes que fosse descoberto.
Ao sair do escritório amarrou um fio a maçaneta, encurralando todos os seus colegas de trabalho. De repente eles sentiram algo quente. Uma voz manhosa gritou por socorro e eles viram a imagem partida. (Continua).

Obviamente nunca continuamos a história



   14.1.06  
Olha ali, quem tá pedindo aprovação
Não sabe nem pra onde ir
se alguém não aponta a direção...


É tão fácil dar conselhos para os outros...
Eu mesma dou vários...

É tão fácil escutar conselhos com atenção...
Mas aplicá-los, transformá-los em ação, como se faz, alguém sabe?



   12.1.06  

"Ele fixaria em Deus aquele olhar de esmeralda diluída, uma leve poeira de ouro no fundo. E não obedeceria porque gato não obedece. Às vezes, quando a ordem coincide com sua vontade, ele atende mas sem a instintiva humildade do cachorro, o gato não é humilde, traz viva a memória porque despreza a servidão. Nem servo de deus. Nem servo do Diabo.

(...) é que Deus Nosso Senhor pediu água ao cachorro, que lavou lindamente o copo e com sorriso e mesura foi levá-lo ao Senhor. Pedido igual foi feito ao gato e o que fez o gato? O fingido escolheu um copo todo rachado, fez pipi dentro e dando gargalhadas entregou o copo nojento na mão divina.

Acreditei na fábula, na infância a gente só acredita. Mais tarde, conhecendo melhor o gato, descobri que ele jamais teria esse comportamento, questão de feitio. De caráter. Ele ouviria a ordem e continuaria deitado na almofada, olhando. Quando cansasse de olhar, recolheria as patas como o chinês antigo recolhia as mãos nas mangas do quimono. E mergulharia no sono sem sonhos, gato sonha menos do que cachorro que até dormindo se parece com o homem. Outro ponto discutível: dando gargalhadas? Mas gato não dá gargalhadas, só cachorro. Meus cachorros riam demais abanando o rabo, que é o jeito natural que eles têm de manifestar alegria, chegavam mesmo a rolar de rir, a boca arreganhada até o último dente. O gato apenas sorri no ligeiro movimento de baixar as orelhas e apertar um pouco os olhos, como se os ferisse a luz. Esse o sorriso do gato – ô bicho sutil! Indecifrável. Inatingível.

Nem pior nem melhor do que o cachorro, mas diferente. Fingido? Não. Ele nem se dá ao trabalho de fingir. Preguiçoso, isso sim. Caviloso. Essa palavra saiu da moda, mas deveria ser reconduzida, não existe melhor definição para a alma do felino. E de certas pessoas que falam pouco e olham. Olham. Cavilosidade sugere esconderijo, cave – aquele recôncavo onde o vinho envelhece. Na cave o gato se esconde, ele sabe do perigo. Mas o cachorro se expõem, inocente."

Lygia Fagundes Telles



   10.1.06  
Essa é minha mãe:

- Nanda, nanda!!!

- Que foi?

(minha mãe com um palavra cruzada na mão pergunta)

- Você acha que a Branca de Neve .......(parte inaudível) para os anõezinhos?

(eu ingenuamente achando que ela estava com dificuldades com seu passatempo predileto, tento entender a pergunta)

- A Branca de Neve o que?!?!?

- Você acha que a Branca de Neve dava para os anõezinhos?

- ...

E eu ainda fui até o quarto dela pra escutar isso. Por favor me arrumem um trabalho urgente!!!!


 
Questão...

Por que quem escuta música alto (incomadando o sossego do MEU lar) nunca escuta música boa?



   8.1.06  
Something (beatles)

Something in the way she knows
And all I have to do is think of her
Something in the things she shows me

Don’t want to leave her now
You know I believe her now



   4.1.06  
De tudo fica um pouco (2005)

Museu AfroBrasil (SP), Museu do Oratório (MG), as areias e o pôr do sol de Jericoacora (CE), as águas cristalinas e cheias de beleza de Ilha Grande (RJ), o céu estrelado no meio do mar de Ilha Grande, a Lagoa do Paraíso (CE), a sinuca do Sobradinho (na rua do Riachuelo esquina com rua do Resende), fervo na Casa Rosa,fervo na casa da Rosa, as festa do Oclão, "aleijeitor" no Bar do Mineiro em Santa Teresa, a coxinha de galinha do Barroco (em Ouro Preto), o mate com menta do Rei do Mate, os jantares no Sky, o strogonof da Raquel, o churrasco da Débora, o croquete de carne da mãe da Luiza, as aventuras na Bienal com Angelique, o sítio da tia da Flávia, a "colina" 91, o basquete na Lagoa, as cervejas no Plebeu, Fuskão, Mureta e BG, a praia com Felipe, o aeroporto de Fortaleza, o boliche, a Professor Manuel de Abreu, o show do Moby e do Placebo, as caras camaradas comunistas Eliza e Bárbara, o "Timão", o "Timinho", a Santíssima Tindade, o Trio Ternura e o Quarteto Fantástico (nossa, quanta piada interna!!!!!!), o abraço da Isa, o lençol d´água da Ana, a gargalhada do Marcio, o dicionário da Rosa, A Fantástica Fábrica de Chocolate de Tim Burton, as caxinhas da Ciça, "quantos mississipis?", as poker nights, as serpentinas do CCC, Cajuína (existirmos a que será que se destina?), o episódio Zé do Picadinho do Bob Esponja, os escontros dos "dimanis" no "escritório (Café Rival), o meu sobrinho que está chegando...

Sim, foi um bom ano... olha o tanto de coisa que foi, que é ou que continuam...
Cada lugar, acontecimentos diversos. Cada pessoa, sentimentos diversos. Vários, muitos, multiplicado a vida, ao tempo, a cada percepção...



   3.1.06  
Óh insensato destino, pra que tanta desilusão no meu viver?