Maria Fernanda
31 anos
Rio de Janeiro / Recife
email

Meu Fotolog

Eu leio

abobrinha
bocozices
montanha russa
meu outro eu
mudando de assunto
ornitorrinco
penso logo hesito
pururuca
mary w

 

Gulinias Antigas


Dezembro 2003

Janeiro 2004

Fevereiro 2004

Março 2004

Abril 2004

Maio 2004

Junho 2004

Julho 2004

Agosto 2004

Setembro 2004

Outubro 2004

Novembro 2004

Dezembro 2004

Janeiro 2005

Fevereiro 2005

Março 2005

Abril 2005

Maio 2005

Junho 2005

Julho 2005

Agosto 2005

Setembro 2005

Outubro 2005

Novembro 2005

Dezembro 2005

Janeiro 2006

Fevereiro 2006

Março 2006

Abril 2006

Maio 2006

Junho 2006

Julho 2006

Agosto 2006

Setembro 2006

Outubro 2006

Novembro 2006

Dezembro 2006

Março 2007

Abril 2007

Maio 2007

Junho 2007

Julho 2007

Agosto 2007

Outubro 2007

Novembro 2007

Dezembro 2007

Janeiro 2008

Fevereiro 2008

 


Powered by Blogger




 


   20.8.07  

Arnaldo Antunes





   15.8.07  

O mais tosco comercial do mundo é...de Pernambuco!

ÁGUA SANITÁRIA IGUAL
(o resto é conversa fiada!)

clique aqui para assistir

reparem nas interpretações, na concepção, no roteiro, no cenário, no figurino, na dublagem. Nada, absolutamente nada se salva!

(nem a qualidade da imagem, que está bem ruim, pois esse canal local pega pessimamente na minha casa.)




   8.8.07  
dos sons que escuto (e gosto) do meu apartamento...

do homem que empura seu carrinho de mão, cheio de macaxeira, e vai gritando pelas ruas, com um tom único:macaxeeeeeeeeeeeeeeeeira!

do piado das garças que passam voando a noite.

do tilintar dos copos sendo lavados nos fundos do bar que dá pra minha janela.

dos pés batendo ritmado no chão que vem da sala de dança da rua ao lado.



   1.8.07  
Ih, mais um cineasta!

Agora foi Michelangelo Antonioni que morreu, mas esse nunca habitou meus pensamentos.
Talvez o único momento que eu pensei nele foi relacionando o filme dele - Blow Up - com o conto de Julio Cortazar, Babas do Diabo, que deu origem ao roteiro do filme.
E o conto, nossa... é de tirar o fôlego. É literatura da melhor qualidade. Bem, estamos falando de Cortaza, né? Então é até redundância falar coisas como "o melhor".
Eu gostei tanto do conto, a maneira da sua escrita, de como ele corta a narrativa de repente, como volta a ela, como trás um epsódio da sua memória e transforma em palavras... Gosto tanto tanto que chego a ter um certo receio de ver o filme. Será que arrisco?