Maria Fernanda
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   27.7.06  
Chega de cantar as mazelas do Rio
Com vocês...

Pôr do sol, Urca.



azul com laranja...



ou




laranja com azul.



   15.7.06  
Nota Carioca
(dessa vez não tive tanta sorte)

Entrei no ônibus com celular.
Saí sem.

(assim... bem rápido... como uma nota...)



   13.7.06  
Notícias cariocas:

Outro dia eu sofri um não-assalto. Não sei, mas desconfio que essa categoria de assalto só existe no Rio. Foi mais ou menos assim:

Estava eu e mais dois amigos esperando o bonde em Santa Teresa (ali, naquele primeiro ponto depois que o bonde passa por cima dos Arcos da Lapa). Estávamos lá, felizes e contentes, com nossas mochilas carregada de tecnologia, rindo muito, conversando... aquela confraternização de amigos felizes. Eis que aparecem dois indivíduos (de uns 20 anos, talvez...) e dá uma gravata em um, agarra a cintura da outra e falam: “Perdeu! Perdeu! Passa o celular! Passa! Passa!”. No primeiro momento (já que não havia nenhum personal assaltante pra mim) achei que fosse brincadeira e fiquei parada assistindo aquilo, esperando o desfecho e a risada final.

Mas aí, quando eles começaram a abrir as mochilas, catar dinheiro e ficarem a procura de celulares eu percebi que a coisa era séria. Comecei até a tirar minha mochila das costas e a procurar meu celular dentro dela. Nesse momento, em que todos estavam concentrados em pegar seus celulares, apareceram mais uns cinco ou seis caras. Todos grandes, falando alto, gesticulando. Pensei: “Porra, agora vão levar tudo. Até nossas roupas”. Mas o que eles falavam era: “Pára tudo, devolve as coisas dos caras. Vai assaltar aqui na área não!!! Vaza!!! Devolve tudo. É morador!!!!”.

Rolou um pequeno bate boca entre a “facção 1” e a “facção 2”. E a gente ali, no meio deles. Parados. Sem saber se era pra dar as coisas ou esperar a devolução do dinheiro que já havia sido roubado.

Os primeiros assaltantes acataram ao “bando 2” e começaram a devolver o dinheiro, enquanto nossos heróis falavam pra gente conferir se estava tudo certinho... Em seguida, mandaram os dois caras irem embora. Cada um deles cumprimentou a gente com um aperto de mão. Nós, um tanto atordoados, sem saber ao certo o que acabara de acontecer, agradecemos.

Andamos, sob escolta, até o ponto seguinte. Ficamos esperando o bonde... enquanto isso, nossa experiência de “não- assalto” se transformou em piada e risos.
Ufa!
Mas... Enfim, são e salvos!!!!!

(ilustração. Marky. http://ubbibr.fotolog.com/maurity/)



   8.7.06  


coisa pequena



   3.7.06  
Sai Ronaldinho. Não vou nem me abalar de fazer vodu com você. Vou apenas ignorar esse fracasso e o jogo patético que vocês fizeram.

Tenho notícias melhores. Mais uma canceriana na área. Minha sobrinha nasceu hoje.
E eu nem sei como expressar a minha felicidade.

*\0/* JOANA *\0/*